18/12/2013

Jogai por nós, Galo!

Ricardo Diniz

Falta pouco para que o mundo possa ser pintado de preto e branco. Não deve ser fácil, e já sabemos disso. 180 minutos para a conquista de um título inédito para Minas Gerais. Na caminhada, os 23 jogadores, além de comissão técnica e diretoria vão receber, mais do que nunca, o apoio da massa atleticana.

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Victor, o herói da Taça Libertadores, o santo da camisa 1, o "São Victor do Horto". Que já mostrou que defende bem tanto com as mãos, quanto com os pés. Ou melhor, com o pé esquerdo. Na retaguarda alvinegra, ele não estará sozinho. Terá as companhias de Réver, o 'capitão América', e Leonardo Silva. Pois, as 'torres gêmeas' vão fazer de tudo para barrar as iniciativas adversárias e, se bobearem, ainda vão ajudar o Galo com suas cabeçadas certeiras, como foi a de Leonardo Silva na decisão, diante do Olimpia.

Heroi da Libertadores volta à cena
(Créditos: Bruno Cantini/Atlético-MG)

O lateral Marcos Rocha vai mostrar ao planeta o que Minas e todo o país sabem. Ele pode, sim, almejar voos mais altos na carreira e um dia ser o dono da camisa 2 da seleção. Não por acaso, foi eleito por duas vezes o melhor lateral direito do Brasileiro. Do outro lado, o jovem Lucas Cândido, que é volante de origem, mas, em pouco tempo, tomou conta da lateral-esquerda.

Do gênio, a cartola...

Pierre e Josué, 'cães de guarda' da defesa. Que tomaram conta do meio-campo do Galo nos momentos mais difíceis da conquista da Libertadores, dando o suporte ao maestro Ronaldinho, craque indiscutível. Que teve a chance de fazer o que só ele sabe com a bola nos pés. E assim a massa espera aconteça no Mundial. Com sua genialidade, tire da cartola aquela jogada, um passe milimétrico e preciso, um chute indefensável, para que possamos conquistar o mundo.

Cuca: um técnico de fé alvinegra
(Créditos: Bruno Cantini/Atlético-MG)

E na linha de frente, o exército do general Cuca tem Diego Tardelli, ídolo da massa, e que está 'voando' nessa temporada. Ele vai querer mostrar por que é tão pedido na seleção. Com ele, Jô e Fernandinho, camisa 11, que chegou para o lugar de Bernard, e por pouco não ficou fora. Ele foi liberado. Raja e Bayern que se cuidem. Jô é titular da seleção e artilheiro da Copa Libertadores.

... do comandante, fé

No comando dessa equipe, um técnico que derrubou todos os rótulos e preconceitos. Após quase três anos, Cuca poderá se despedir. Deixando um presente do tamanho do mundo.

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