Com status de estrela...

Da Redação

Bem nos gramados, onde domina o grupo 3 do Campeonato Paulista, o Palmeiras aposta na imagem do diretor de futebol Alexandre Mattos para impulsionar o sucesso fora deles. O cartola é a 'estrela' do comercial do programa de sócios-torcedores alviverde. Com cerca de 41,4 mil novas adesões entre janeiro e março, o time paulista é quem mais conquistou sócios na temporada.

Confira o comercial:


Após renovar com Guilherme e Dátolo, diretoria assegura que
ficará com Douglas; situação de Rafael Carioca é interrogação

Vinícius Dias

Daniel Nepomuceno tomou posse em dezembro último com interrogações sobre o futuro de quatro dos principais nomes do time campeão da Copa do Brasil. Passados quatro meses, a dupla Guilherme e Dátolo já teve os contratos renovados e a diretoria atleticana assegurou que vai exercer a prioridade de compra do lateral-esquerdo Douglas Santos. A única dúvida restante é referente à situação do volante Rafael Carioca, emprestado até julho pelo Spartak Moscou, da Rússia.


Nos bastidores, o caso de Guilherme era considerado o mais difícil. Depois de as negociações terem sido praticamente congeladas no final da gestão Kalil, o clube e o staff do jogador chegaram a um denominador comum no dia 23 de março, acertando um novo contrato até dezembro. O caso de Jesús Dátolo foi mais tranquilo. Apesar das diferenças iniciais, a extensão do vínculo foi selada com antecedência.

Dia do fico: Dátolo renovou em março
(Créditos: Jesús Dátolo/Instagram/Reprodução)

Quanto a Douglas Santos, conforme o Blog Toque Di Letra noticiou em janeiro, o Atlético trabalha para tê-lo em definitivo. Os direitos do lateral, que está emprestado ao clube até agosto pela Udinese, da Itália, estão avaliados em € 3 milhões. A situação do volante Rafael Carioca continua pendente. Diferentemente de Douglas, Rafael não teve os direitos fixados no empréstimo. Em 2008, o time europeu pagou € 8 milhões ao Grêmio para contratá-lo

'Manutenção é reforço', diz Daniel

A sequência de renovações corrobora a política de Daniel Nepomuceno. "A cultura do futebol nos força a pensar que para ter time forte o clube tem que contratar. Mas, na verdade, só fomos campeões quando mantivemos elenco. Vai chegar a hora em que será preciso trocar, mas agora, não. O grande reforço é a manutenção", afirmou o presidente atleticano ao Blog em janeiro último.


Cúpula celeste mantém sonho de selar acordo com o banco
por R$ 20 mi; tratativas estão 'paralisadas' desde fevereiro

Vinícius Dias

Passados os três primeiros meses da temporada, o Cruzeiro segue sem estampar a logomarca de um patrocinador no espaço mais nobre de sua camisa. A julgar pela base do contrato com o Banco BMG, encerrado em dezembro último, a Raposa deixou de faturar cerca de R$ 3,4 milhões no primeiro trimestre. No período, o clube recebeu pelo menos duas ofertas, ambas aquém do montante projetado. Nos bastidores, conforme o Blog apurou, o cenário divide opiniões.


A ala majoritária defende que "fechar por fechar, não adianta" e tem nas receitas decorrentes da venda recorde de camisas um dos argumentos. "Com patrocinador, o torcedor compra menos", pontuou fonte ligada à presidência. O compasso de espera, todavia, tem enfrentado resistência crescente. Conselheiros observam que, associado à incerteza no cenário econômico brasileiro, o ritmo lento das negociações tende a resultar em uma desvalorização do espaço.

Clube segue sem patrocinador master
(Créditos: Washington Alves/Light Press)

Mesmo sem o otimismo de antes, a cúpula celeste ainda sonha em selar o acordo com a Caixa. O clube trabalhava, a princípio, com a expectativa de faturar cerca de R$ 20 milhões por ano para exibir a logomarca do banco. As partes chegaram a agendar uma reunião para a primeira quinzena de fevereiro, adiada na sequência em razão da troca no comando do banco. Porém, após a posse de Miriam Belchior, há seis semanas, as negociações não foram retomadas.

Cenário de incerteza

À exceção do Corinthians, cuja renovação foi publicada no Diário Oficial da União no mesmo dia da posse de Miriam Belchior, o clima de incerteza é extensivo a parceiros antigos do banco. Figueirense e Chapecoense, por exemplo, tiveram vínculos encerrados em março. Os acordos com ABC e América de Natal terminam neste mês. Juntos, catarinenses e potiguares faturaram R$ 12,5 milhões em um ano.

Clássico à moda portuguesa

Vinícius Dias

Com o caixa reforçado, o Porto, de Portugal, mira o mercado mineiro em busca do substituto do lateral-direito Danilo, recém-negociado com o Real Madrid por € 31,5 milhões. Desde o último ano, a cúpula do time lusitano tem monitorado as situações do alvinegro Marcos Rocha e do cruzeirense Mayke. As negociações são consideradas difíceis, porém os Dragões têm trunfos importantes nos dois casos.

Danilo em ação pela seleção brasileira
(Créditos: Rafael Ribeiro/CBF/Divulgação)

Eleito o melhor-lateral direito da Série A na temporada passada, Marcos Rocha tem contrato com o Atlético até dezembro de 2018, depois da renovação selada em janeiro. A proximidade entre o staff de Rocha e o ex-jogador portista Deco, no entanto, é tratada como ponto-chave. Em consulta realizada no início desta temporada, a pedida da equipe alvinegra foi de cerca de € 10 milhões.

Potencial de revenda

No caso de Mayke, a julgar pelas consultas da última janela, o Porto vai enfrentar a concorrência de clubes italianos. A favor do investimento no lateral celeste pesam a idade - 22 anos, contra 26 de Marcos Rocha - e o potencial de revenda. O atleta tem contrato com o Cruzeiro até dezembro de 2018. Segundo o Blog apurou, o clube quer receber pelo menos € 8 milhões para liberá-lo.