Vinícius Dias
O cruzeirense viu e comemorou, desde
a década passada, os gols de Fred, Kléber, Marcelo Ramos, Aristizábal, Deivid,
Marcelo Moreno. Foram muitos, de aspecto plástico e, em boa parte, decisivos. O
baiano Ramos é o sexto maior goleador da história do clube; Fred marcou mais de
50 vezes; Ari é um dos três estrangeiros que mais balançaram as redes vestindo
a camisa cruzeirense.
Mas o clube viveu seus maus
momentos. O torcedor sofreu com Weldon, Adriano Louzada, Reinaldo Alagoano,
Adriano Chuva, Hector Tápia, Farías, Ferreira, Rômulo, Brandão, Robert, Lopes,
Reis, Zé Carlos e, por que não, Edmundo. Foram poucas partidas, raros gols e um
- razoável - acervo de polêmicas.
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| Wellington Paulista, no limite (Créditos: Washington Alves/Vipcomm) |
Hoje, quem comanda o ataque celeste
é Wellington Paulista que, em três temporadas, foi do céu ao inferno. Do show
na semi-final da Libertadores em 2009 aos seis meses de jejum em 2011. São 68
gols em 138 jogos; 21 na atual temporada. Todavia, convive com críticas e
rótulos, como pouco decisivo, artilheiro das cobranças de pênalti...
Wellington é como um copo com água
até a metade.
Para uns, está meio cheio. Para
outros, meio vazio...
E aí, mata sua sede?



