14/10/2013

Caiu... mas segue vivo!

Vinícius Dias

Clássico! O quinto do ano, segundo no Horto... Em disputa, bem mais que três pontos. Para o Cruzeiro, chance de reafirmar o bom momento e abrir 13 pontos de vantagem no Brasileirão, com o benefício do empate entre Grêmio e Fluminense, no sábado. Para o Atlético, a chance de derrotar o rival, novamente testar a nova formação e caminhar em ritmo acelerado rumo ao Mundial.

Com o apoio dos torcedores, em bom número na Arena Independência, o Atlético dominou o confronto desde os primeiros minutos. Diego Tardelli, flutuando entre o meio-campo e as laterais, e Fernandinho, explorando (e vencendo) os choques com Ceará, eram os destaques. Melhor, a equipe alvinegra encontrava um adversário sólido em seu principal objetivo: não sofrer gols.

Fernandinho foi o nome do clássico
(Créditos: Bruno Cantini/Atlético-MG)

A 'aposta' (sem êxito) de Marcelo Oliveira era na velocidade dos contra-ataques. A tarde apagada de Nilton e dos meias, entretanto, facilitava a marcação do rival e deixava Borges, também mal, isolado. Foi dos pés de Ricardo Goulart, no início da etapa final, que surgiu a principal chance do Cruzeiro. Giovanni fez ótima defesa. Daí adiante prevaleceu o ímpeto do time de Cuca.

O último golpe...

Aos 41 minutos, Fernandinho, o nome da partida, fez o gol que deu três pontos ao Atlético. Festa justa de quem buscou a vitória o jogo todo e, agora, vai ao Marrocos em busca de fazer a história. O sucesso alvinegro passou por fazer o Cruzeiro provar de sua própria arma: a marcação sob pressão. A derrota azul foi o retrato de um time combalido ao testar um novo estilo de jogo.

Seja pelo próprio brilho ou pela sorte, vale o recado:
O Cruzeiro caiu no Horto, mas segue vivo e favorito!

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