Vinícius
Dias
Cruzamento preciso do lateral-esquerdo Viña para o experiente Bergessio superar Igor Rabelo na cabeçada, estufando as redes de Victor aos 26 minutos da etapa final, no estádio Parque Central, em Montevidéu. Gol da segunda vitória do Nacional e da segunda derrota seguida do Atlético na fase de grupos da Libertadores. Porque o time comandado por Levir Culpi, decepção até o momento, acredita demais no Campeonato Mineiro e deixa seus defeitos expostos na competição sul-americana.
Cruzamento preciso do lateral-esquerdo Viña para o experiente Bergessio superar Igor Rabelo na cabeçada, estufando as redes de Victor aos 26 minutos da etapa final, no estádio Parque Central, em Montevidéu. Gol da segunda vitória do Nacional e da segunda derrota seguida do Atlético na fase de grupos da Libertadores. Porque o time comandado por Levir Culpi, decepção até o momento, acredita demais no Campeonato Mineiro e deixa seus defeitos expostos na competição sul-americana.
LEIA MAIS: Atlético segue devendo nos grandes jogos
No 4-2-3-1 - embora a escalação inicialmente sugerisse três
volantes, o que não se confirmou em campo, com Elias se juntando a Cazares e
Luan na terceira linha -, o alvinegro teve mais poder de marcação, mas perdeu
velocidade para os contra-ataques. A ideia de Levir Culpi de dar solidez à
defesa e reagir com intensidade se perdeu na execução. Mais uma vez, apareceu o
desequilíbrio do time que na tentativa de minimizar os sustos defensivos deixa
de produzir ofensivamente.
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| Time alvinegro caiu em Montevidéu (Créditos: Bruno Cantini/Atlético-MG) |
O time que lidera o Mineiro e pode assegurar a liderança da
primeira fase no fim de semana, de forma antecipada, mostra defeitos que os
resultados encobrem. Em campo e na escalação, como nessa terça-feira, quando o
treinador sacou Patric e Jair logo após o gol do Nacional, recuando Elias,
colocando Chará no meio-campo e dando chance ao promissor Guga na
lateral-direita. Uma clara mensagem em busca do apoio do torcedor que vê o time
involuir enquanto a temporada avança.
Acreditar nos defeitos e duvidar das qualidades é a receita.
Mas o Atlético faz o contrário: acredita demais no estadual.





