Vinícius Dias
Publicada em 18/12/2019, às 10h15
Enquanto o torcedor do Cruzeiro protesta pedindo a renúncia do presidente Wagner Pires de Sá e de seus vices, nos bastidores, conselheiros e associados reforçam as articulações visando à convocação de assembleia para votação do afastamento da chapa eleita em 2017. O clima é de otimismo entre as lideranças. A avaliação é de que a oposição já conta com mais de 60% dos votos, percentual suficiente para assegurar o afastamento na votação que deve acontecer na primeira quinzena de janeiro.
Publicada em 18/12/2019, às 10h15
Enquanto o torcedor do Cruzeiro protesta pedindo a renúncia do presidente Wagner Pires de Sá e de seus vices, nos bastidores, conselheiros e associados reforçam as articulações visando à convocação de assembleia para votação do afastamento da chapa eleita em 2017. O clima é de otimismo entre as lideranças. A avaliação é de que a oposição já conta com mais de 60% dos votos, percentual suficiente para assegurar o afastamento na votação que deve acontecer na primeira quinzena de janeiro.
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| Baroni lidera grupo pró-transparência (Créditos: Jaci Silveira/Cruzeiro E.C.) |
"Se
a votação for nominal e transmitida ao vivo para a torcida, ganha com mais de
80%. Nem quem apoiava Wagner o quer lá por mais um ano", destaca ao Blog Toque Di Letra o conselheiro nato
Giovanni Baroni, que encabeça o grupo Pró-Cruzeiro Transparente. O otimismo é
reflexo dos números. Protocolado no Conselho há uma semana com 161 assinaturas, sendo 86 de conselheiros, o pedido de reconvocação da votação hoje já conta com
230 signatários, sendo cerca de 140 conselheiros.



