13/03/2013

Duas histórias, um time...

Gaaalooo! Saudações, massa!

Quem é Ronaldinho Gaúcho? O meia que ficará marcado na história pelos dribles, por jogadas sensacionais? O retrato, em campo, da inteligência? Sim, um ídolo. Que por onde quer que passe é celebrado pelas pessoas, sejam elas torcedoras do time pelo qual atua ou, até, dos adversários. Todos têm a imagem deste Ronaldinho na cabeça. E têm um porque para venerar este verdadeiro "et" do futebol.

A maioria, na verdade, se lembra de seus tempos áureos, no Barcelona. Time onde deslanchou e, talvez, apresentou o maior nível de beleza no futebol durante a década passada. Ronaldinho também conquistou tudo: Liga dos Campeões, Campeonatos Espanhóis, Copas do Rei, duas vezes o Melhor do Mundo e a Copa do Mundo (pela seleção). Enfim, currículo de dar inveja.

Enquanto isso, no Brasil, o Galo escrevia a pior década de sua história. Coisas que não gostamos, nem queremos relembrar. Por isso, a vontade alvinegra de vencer ficou acumulada durante anos. Passou-se um tempo em que o Atlético apenas assistia aos outros times, via o tempo passar. Mesmo caminho trilhado, nos últimos anos, por esse ídolo. Antes, quase incontestável.

Depois de ganhar tudo, o "et" Ronaldinho relaxou. Foi vendo o tempo, deixando-o passar. Viu a Copa do Mundo de 2006 - até às quartas. Viu Campeonato Italiano, Brasileiro e Liga dos Campeões terminarem sem vitória. Às vezes, claro, Ronaldinho relembrava o bom e velho R10 no Milan e no Flamengo. Mas, na maior parte do tempo, assistia ao restante disputar. Até que, há nove meses, os destinos dessas duas figuras do futebol se encontraram. 

Quando Ronaldinho Gaúcho, sem time, ficou próximo de deixar o futebol, Alexandre Kalil apareceu pela frente. Um dirigente claro, objetivo. E que veio para tentar salvar um diamante do futebol. Quando R10 surgiu em Beagá, Kalil foi chamado de "louco" pela imprensa nacional. E foi assim, contrariando a lógica, que o presidente alvinegro reencontrou a gana do ex-R49.

Gana para alcançar a glória. A raça. O talento. A disposição. Tudo o que essa Massa queria para ver o Atlético vencer. Hoje, Ronaldinho (com o bom futebol em dia) desfila pela América com o escudo do Clube Atlético Mineiro. Espalha o time mineiro por todo o continente. Time que procura chegar ao topo. Para, então, ser lembrado como um clube, que além de possuir os seus craques, terá a própria fama. Rumo ao título da América, Galo Doido!

Um comentário:

  1. Gostei muito de "Duas histórias,um time " - uma página bem escrita por Gilvan Meireles, em que destaca a atuação de Ronaldinho Gaúcho,desde suas jogadas sensacionais por onde passou, em vários campeonatos e agora no Atlético Mineiro. Batizado por Gilvan,como o "et" Ronaldinho, desfila pela América como o escudo do Clube Atletico Mineiro, rumo ao título da América, Galo Doido !

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