07/03/2018


Clube alvinegro colocou nos cofres mais de R$ 308 mil com o dérbi de
domingo; Arena Independência também teve maior receita neste ano

Vinícius Dias

Se dentro de campo os comandados de Thiago Larghi viram o rival Cruzeiro sair da Arena Independência com a vitória por 1 a 0, com gol de Raniel fora dele o Atlético teve no clássico seu melhor resultado financeiro da temporada. Mais do que isso: a renda líquida de R$ 318.038,06 contabilizada pelo Galo no último domingo superou em 30,7% o montante arrecadado nos outros três jogos em casa na primeira fase do estadual.


O clube alvinegro havia registrado receita líquida de R$ 243.289,81 até a 8ª rodada - R$ 85.168,22 na vitória por 3 a 0 sobre o Democrata de Governador Valadares, R$ 87.582,72 no empate por 2 a 2 contra o Patrocinense e R$ 70.538,87 na derrota para a Caldense, de virada, por 2 a 1. No período, a arrecadação média foi de R$ 81.096,60 por confronto como mandante, 74,5% inferior à apresentada no borderô do dérbi.

Clássico teve 22 mil pessoas no Horto
(Créditos: Bruno Cantini/Flickr/Atlético-MG)

O confronto com o Cruzeiro reuniu 22.196 torcedores no Horto, com ingressos custando entre R$ 40 e R$ 100. Em quarto lugar, o Atlético volta a campo nesta quinta-feira, diante do Uberlândia, no Parque do Sabiá, e encerra sua participação na primeira fase no domingo, em casa, contra o Tombense. Caso garanta vaga entre os quatro primeiros, o time será mandante nas quartas de final, que serão disputadas em partida única.

Administradora fatura R$ 76 mil

A Arena Independência também teve motivos para comemorar. De acordo com o borderô, a receita líquida da administradora no clássico de domingo foi de R$ 76.760,90. A exemplo do que aconteceu com o clube alvinegro, as cifras ultrapassaram a arrecadação somada nos três duelos anteriores. Ao todo, o mando de campo do Galo nesta primeira fase já movimentou R$ 140.085,95 para o estádio do Horto.

Um comentário:

  1. Em compensação contra os times do interior praticamente paga-se pra jogar. Esses valores não pagam os salarios do Elias, Leo "quarentão" Silva e Vítor.

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